Minha Rosa
(by jan)
Rosa, rosa,
Pálida, formosa,
Rosa vermelha,
De qualquer cor,
É rosa que exala,
É rosa flor.
Rosa delicada,
Cálida, carinhosa,
Meiga como a flor,
É rosa que fala,
É a Rosa mulher,
A mais linda,
A mais fogosa,
Minha preferida,
É a Rosa minha,
Gostosa,
Perfumada,
Minha flor,
É a minha Rosa
É o meu amor...
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
REPOUSO DO GUERREIRO - LOBO DO MAR
Meu sítio...
(by jan)
Recarreguei minhas baterias! Acabei de chegar do meu sítio, em Minas Gerais, SÍTIO BEREBECÁ. Estou pronto, novamente, para a luta, para o bom combate. Lá é o meu paraíso na Terra! O lugar onde me sinto mais próximo de Deus! Fica a 802 (oitocentos e dois) metros de altitude, acima do nível do mar. O verdadeiro REPOUSO DO GUERREIRO ou do LOBO DO MAR onde me isolo e vivo a minha solidão com o meu cãozinho Júnior, meu fiel companheiro, meu amigo, minha sombra, minha vida. E é lá que, ouço os sons que vêm da floresta, em frente a minha varanda, deitado em minha rede, ouço os gritos dos macacos bugios, o canto dos pássaros – canários, sabiás, trinca-ferros, coleiros, graúnas, tico-ticos, sanhaçus, azulões, pintassilgos, cambaxirras, pica-paus, tucanos, maritacas, saracuras, jacus – e outros que desconheço o nome, todos que vêm me visitar atraídos pelo alimento que lhes dou e pelos que existem, em abundância, em meu pomar, soltos, nos braços da generosa mãe natureza que tanto amo, como devem permanecer. São eles e o ambiente é que contribuem para a minha inspiração, libertam-me, tornam-me mais humilde, mais humano, fazem crescer, em mim, a vontade de escrever e me remetem ao meu rico e saudoso passado, quando converso com todos que já se foram e, quando ouço naquele silêncio devoto, as minhas músicas preferidas – o jazz, principalmente, e as canções interpretadas por Freddy Gardner, Glenn Miller, Nat King Cole, Frank Sinatra, Quincy Jones, Ray Charles, Zezé de Camargo e Luciano, Lucho Gatica, etc. – mais, muito mais intensamente inspiradoras. Eu sou um jovem, neófito espiritualista porque assim me tornei, definitivamente, faz pouco tempo, uns quatro anos. Hoje não tenho mais uma religião definida, vivo das experiências que senti e pelas quais passei suficientes para me transformar num ser imensamente feliz e grato por existir, nessa Terra bendita, tão maltratada e desrespeitada pelo homem, esse destruidor por descendência. Hoje sou bem mais crente na existência de Deus, diante de toda a Sua criação, com quem converso diuturnamente. Não O temo mais, acredita! Sinto a Sua existência a Sua presença em cada canto que me rodeia e, agora, sei que Ele é um Deus de bondade, de perdão, que acolhe aqueles que Dele necessitam de forma incondicional. O quê seria de mim se Ele não fosse assim? Durante a vida conheci de tudo, da pobreza às drogas, sem nunca delas sequer ter provado. Por quê? Porque Deus sempre esteve ao meu lado me protegendo me inspirando e, só agora, me conscientizei, me dei conta disso. Obrigado Senhor!
(by jan)
Recarreguei minhas baterias! Acabei de chegar do meu sítio, em Minas Gerais, SÍTIO BEREBECÁ. Estou pronto, novamente, para a luta, para o bom combate. Lá é o meu paraíso na Terra! O lugar onde me sinto mais próximo de Deus! Fica a 802 (oitocentos e dois) metros de altitude, acima do nível do mar. O verdadeiro REPOUSO DO GUERREIRO ou do LOBO DO MAR onde me isolo e vivo a minha solidão com o meu cãozinho Júnior, meu fiel companheiro, meu amigo, minha sombra, minha vida. E é lá que, ouço os sons que vêm da floresta, em frente a minha varanda, deitado em minha rede, ouço os gritos dos macacos bugios, o canto dos pássaros – canários, sabiás, trinca-ferros, coleiros, graúnas, tico-ticos, sanhaçus, azulões, pintassilgos, cambaxirras, pica-paus, tucanos, maritacas, saracuras, jacus – e outros que desconheço o nome, todos que vêm me visitar atraídos pelo alimento que lhes dou e pelos que existem, em abundância, em meu pomar, soltos, nos braços da generosa mãe natureza que tanto amo, como devem permanecer. São eles e o ambiente é que contribuem para a minha inspiração, libertam-me, tornam-me mais humilde, mais humano, fazem crescer, em mim, a vontade de escrever e me remetem ao meu rico e saudoso passado, quando converso com todos que já se foram e, quando ouço naquele silêncio devoto, as minhas músicas preferidas – o jazz, principalmente, e as canções interpretadas por Freddy Gardner, Glenn Miller, Nat King Cole, Frank Sinatra, Quincy Jones, Ray Charles, Zezé de Camargo e Luciano, Lucho Gatica, etc. – mais, muito mais intensamente inspiradoras. Eu sou um jovem, neófito espiritualista porque assim me tornei, definitivamente, faz pouco tempo, uns quatro anos. Hoje não tenho mais uma religião definida, vivo das experiências que senti e pelas quais passei suficientes para me transformar num ser imensamente feliz e grato por existir, nessa Terra bendita, tão maltratada e desrespeitada pelo homem, esse destruidor por descendência. Hoje sou bem mais crente na existência de Deus, diante de toda a Sua criação, com quem converso diuturnamente. Não O temo mais, acredita! Sinto a Sua existência a Sua presença em cada canto que me rodeia e, agora, sei que Ele é um Deus de bondade, de perdão, que acolhe aqueles que Dele necessitam de forma incondicional. O quê seria de mim se Ele não fosse assim? Durante a vida conheci de tudo, da pobreza às drogas, sem nunca delas sequer ter provado. Por quê? Porque Deus sempre esteve ao meu lado me protegendo me inspirando e, só agora, me conscientizei, me dei conta disso. Obrigado Senhor!
SEM MEDO DE SER FELIZ...
Sem medo de ser feliz...
Homem, criança, emoção.
(by Jan)
Quero viver na emoção,
Das batidas do meu coração.
Quero ser, totalmente, emotivo,
Vibrar com toda a paixão,
Sempre que houver motivo,
Sem, disso, sentir vergonha.
Quero sentir isso no peito,
Molhar com lágrimas a fronha,
Deixar meu corpo, com efeito,
Viver a beleza do momento,
Com o mais puro sentimento.
Dizer que homem não chora
E que, também, não implora,
É não saber que ele sente,
O quê sente toda gente.
Afinal eu sendo, ainda, criança,
Como todo homem é,
Em mim mora a esperança,
De, um dia, eu ser feliz...
Homem, criança, emoção.
(by Jan)
Quero viver na emoção,
Das batidas do meu coração.
Quero ser, totalmente, emotivo,
Vibrar com toda a paixão,
Sempre que houver motivo,
Sem, disso, sentir vergonha.
Quero sentir isso no peito,
Molhar com lágrimas a fronha,
Deixar meu corpo, com efeito,
Viver a beleza do momento,
Com o mais puro sentimento.
Dizer que homem não chora
E que, também, não implora,
É não saber que ele sente,
O quê sente toda gente.
Afinal eu sendo, ainda, criança,
Como todo homem é,
Em mim mora a esperança,
De, um dia, eu ser feliz...
MINHAS LEMBRANÇAS...
Minhas lembranças...
(by jan0
Foram embora, de repente,
Como chegaram bem mansas,
Sem que eu sentisse ou percebesse,
Deixando essa saudade na gente
E essa imensa insegurança,
Quando para bem longe, de mim,
Sumiram as minhas lembranças...
Não sei o porquê de tudo isso,
Só sei que está me aborrecendo,
E que, com certeza, não é prazer,
O que, agora, estou sentindo
E não duvidem disso,
Pois estou sofrendo,
Ao vê-las, de repente, sumindo!
Não deveria tê-las deixado,
Se afastarem de mim, assim,
Se eu sabia que, sem elas, um dia,
E tinha certeza disso,
Só essa tristeza me sobraria,
Para me consumir, enfim,
Pois estou ficando velho e isso
É sinal que já me aproximo do fim.
É da presença delas, novamente,
O que mais preciso ter
E o que mais, definitivamente,
Eu quero e preciso reter.
Porque as sentindo rápido,
Se afastarem de mim,
Sem nada poder fazer, pra isso mudar,
Jamais voltarei a ser feliz, assim,
Sem que elas possam retornar!
Sabendo que minhas lembranças,
São meus únicos desejos, agora,
Devo crer e somente acreditar
Que é delas de que dependo,
Para de novo ser feliz, voltar a viver...
Afinal, como sem elas, poderei relembrar
De parte da minha vida, a mais importante?
Principalmente, daquelas que dela,
Com grande emoção, participaram,
Além de serem as maiores cicatrizes
Que em meu coração, definitivamente, marcaram.
Como, sem essas lembranças,
Eu poderia falar dos meus ex-amores,
Se foram, todas elas,
Maravilhosas mulheres, testemunhas
Da minha felicidade, das alegrias
E de todas as minhas dores?
Alguns anjos de candura,
Belas e delicadas criaturas,
Outras, poucas, um tanto malvadas...
Mas, e daí, se, ainda assim, minha vida
Preencheram, enriqueceram-na
E lhe deram mais cores?!
Tomaram conta de mim,
Invadiram meu ser,
Essas danadinhas sedutoras,
Minhas ex-mulheres,
E, apesar de serem
Da terra e não do céu,
Com suas vozes ternas,
Doces, me encantaram,
Suaves, me arrebataram,
Quando, tantas vezes, descerraram
O imaginário véu,
Em que envolto eu vivia.
Sutilmente, foram elas
Que meu coração invadiram,
E, lentamente, todos esses anos,
Minha vida adoçaram,
Com seu delicado mel.
Possibilitando que minhas lembranças retornem
E que cada uma, destas mulheres, nelas, permaneça,
Permitirá Deus, que eu continue procurando,
Porque ainda insatisfeito,
Aquela que será definitiva,
A derradeira mulher da minha vida,
O amor que levarei, comigo,
Para a eternidade, em minha retina,
Quando meus olhos, para sempre, se fecharem...
(by jan0
Foram embora, de repente,
Como chegaram bem mansas,
Sem que eu sentisse ou percebesse,
Deixando essa saudade na gente
E essa imensa insegurança,
Quando para bem longe, de mim,
Sumiram as minhas lembranças...
Não sei o porquê de tudo isso,
Só sei que está me aborrecendo,
E que, com certeza, não é prazer,
O que, agora, estou sentindo
E não duvidem disso,
Pois estou sofrendo,
Ao vê-las, de repente, sumindo!
Não deveria tê-las deixado,
Se afastarem de mim, assim,
Se eu sabia que, sem elas, um dia,
E tinha certeza disso,
Só essa tristeza me sobraria,
Para me consumir, enfim,
Pois estou ficando velho e isso
É sinal que já me aproximo do fim.
É da presença delas, novamente,
O que mais preciso ter
E o que mais, definitivamente,
Eu quero e preciso reter.
Porque as sentindo rápido,
Se afastarem de mim,
Sem nada poder fazer, pra isso mudar,
Jamais voltarei a ser feliz, assim,
Sem que elas possam retornar!
Sabendo que minhas lembranças,
São meus únicos desejos, agora,
Devo crer e somente acreditar
Que é delas de que dependo,
Para de novo ser feliz, voltar a viver...
Afinal, como sem elas, poderei relembrar
De parte da minha vida, a mais importante?
Principalmente, daquelas que dela,
Com grande emoção, participaram,
Além de serem as maiores cicatrizes
Que em meu coração, definitivamente, marcaram.
Como, sem essas lembranças,
Eu poderia falar dos meus ex-amores,
Se foram, todas elas,
Maravilhosas mulheres, testemunhas
Da minha felicidade, das alegrias
E de todas as minhas dores?
Alguns anjos de candura,
Belas e delicadas criaturas,
Outras, poucas, um tanto malvadas...
Mas, e daí, se, ainda assim, minha vida
Preencheram, enriqueceram-na
E lhe deram mais cores?!
Tomaram conta de mim,
Invadiram meu ser,
Essas danadinhas sedutoras,
Minhas ex-mulheres,
E, apesar de serem
Da terra e não do céu,
Com suas vozes ternas,
Doces, me encantaram,
Suaves, me arrebataram,
Quando, tantas vezes, descerraram
O imaginário véu,
Em que envolto eu vivia.
Sutilmente, foram elas
Que meu coração invadiram,
E, lentamente, todos esses anos,
Minha vida adoçaram,
Com seu delicado mel.
Possibilitando que minhas lembranças retornem
E que cada uma, destas mulheres, nelas, permaneça,
Permitirá Deus, que eu continue procurando,
Porque ainda insatisfeito,
Aquela que será definitiva,
A derradeira mulher da minha vida,
O amor que levarei, comigo,
Para a eternidade, em minha retina,
Quando meus olhos, para sempre, se fecharem...
QUEM SOU EU?
QUEM SOU EU?
(by jan)
Jamais me fales de razão, não me peças coerência,
Não me cobres lógica, não me cobres nada, não é necessário.
Conscientiza-te! Eu sou a mais pura e total emoção!
Tenho razão e motivações próprias,
Porque antes sou movido pela paixão.
Essa é a minha religião, é a minha essência.
Não meças meus sentimentos,
Não tentes compará-los à coisa alguma.
Deles sei eu e meus fantasmas,
Eu e meus medos, eu e minha alma pura.
Eu sou tudo e não sou nada, dependo de como me sentes!
Tua incerteza me fere, mas não me mata, faz-me apenas sofrer.
Tuas dúvidas me açoitam, mas não me deixam cicatrizes.
Não me fales de nuvens, eu sou o Sol, eu sou a Lua!
Eu sou o fogo e o gelo, sou o calor e o frio,
Ás vezes suaves, muitas vezes mortais!
Não percas tempo contando poças d’água, elas são coisas mínimas.
Eu sou o mar profundo, intenso, violento, eu sou passional!
Não exijo prazos, nem datas, sou eterno, atemporal.
Não exijo condições, sou absolutamente incondicional.
Não tentes me explicar, eu apenas aconteço,
Sem hora e ordem, em algum lugar, em qualquer local!
Vivo em cada molécula tua, sou todo e sou uno!
Tu não me vês, mas me sentes.
Estou sempre presente na tua solidão
E mais ainda em teu sorriso, na tua alegria.
Poderás viver ou morrer sem mim,
Mas, jamais sobreviverás sem mim.
Eu sou o começo e o fim, não sou apenas um meio.
Sou a razão que a própria razão desconhece!
Tenho milhões de nomes em vários idiomas, inúmeras definições,
Algumas imperfeitas, outras certas, apenas lógicas.
Muitas com motivações próprias, pessoais.
Algumas corretas, outras totalmente erradas, precipitadas.
Apesar de saber que sou tudo e não sou nada,
Sei que sem mim o tudo é nada!
Sou o anoitecer e o amanhecer!
Sou Fênix, renasço das cinzas!
Sei quando tenho que morrer, porque sei quando irei renascer!
Mudo protagonista, jamais serei intérprete, mas serei história.
Troco de cenário, mas não de roteiro.
Sou música, ecôo balanço, reverbero!
Sou fogo, queimo, destruo, incinero!
Sou água, afogo, invado, inundo!
Sou bondade e sou maldade, prazer e dor,
Felicidade e infelicidade, desejo e repulsa,
Alegria e tristeza, força e fraqueza, coerência e incoerência.
Sou paradoxo, não tenho preço, sou caro e barato,
Algo indefinido, indefinível, indescritível, imensurável, único.
Sou platônico ou total!
Sou tempo, sem medida, sem marcações
Sou infinito, eterno, indecifrável, imensurável!
Sou absoluto e abstrato, sou droga que cura e mata,
Sou vício, sou vida, sou morte!
Sou clima, proporcional à minha fase!
Sou vento, arrasto, carrego!
Sou furacão, destruo, devasto, arraso!
Mas também sou tijolo, massa, concreto, recomeço e reconstruo!
Sou cada estação do ano, no apogeu e na glória!
Sou teu problema e tua solução!
Sou teu veneno e teu antídoto!
Sou tua memória e teu esquecimento!
Sou teu reino e teu altar!
Sou teu trono, às vezes prisão!
Sou teu abandono e tua liberdade!
Sou tua luz e tua escuridão, teu desejo de ambas.
Velo pelo teu sono, mas também o roubo e te acordo como pesadelo!
Sou tua tranqüilidade e teu desespero!
Eu poderia continuar me descrevendo.
Contudo, creio, já tens uma idéia de quem sou.
Muito prazer! Tenho vários nomes,
Pensaste que eu fosse Deus todo poderoso?
Não, não sou! Sou, apenas, uma partícula que Dele emana,
Eu sou o amor, antes paixão,
Sou a própria paixão que, em ti, ainda vive.
Eu sou o amor da tua vida, sou o teu tesão!
(by jan)
Jamais me fales de razão, não me peças coerência,
Não me cobres lógica, não me cobres nada, não é necessário.
Conscientiza-te! Eu sou a mais pura e total emoção!
Tenho razão e motivações próprias,
Porque antes sou movido pela paixão.
Essa é a minha religião, é a minha essência.
Não meças meus sentimentos,
Não tentes compará-los à coisa alguma.
Deles sei eu e meus fantasmas,
Eu e meus medos, eu e minha alma pura.
Eu sou tudo e não sou nada, dependo de como me sentes!
Tua incerteza me fere, mas não me mata, faz-me apenas sofrer.
Tuas dúvidas me açoitam, mas não me deixam cicatrizes.
Não me fales de nuvens, eu sou o Sol, eu sou a Lua!
Eu sou o fogo e o gelo, sou o calor e o frio,
Ás vezes suaves, muitas vezes mortais!
Não percas tempo contando poças d’água, elas são coisas mínimas.
Eu sou o mar profundo, intenso, violento, eu sou passional!
Não exijo prazos, nem datas, sou eterno, atemporal.
Não exijo condições, sou absolutamente incondicional.
Não tentes me explicar, eu apenas aconteço,
Sem hora e ordem, em algum lugar, em qualquer local!
Vivo em cada molécula tua, sou todo e sou uno!
Tu não me vês, mas me sentes.
Estou sempre presente na tua solidão
E mais ainda em teu sorriso, na tua alegria.
Poderás viver ou morrer sem mim,
Mas, jamais sobreviverás sem mim.
Eu sou o começo e o fim, não sou apenas um meio.
Sou a razão que a própria razão desconhece!
Tenho milhões de nomes em vários idiomas, inúmeras definições,
Algumas imperfeitas, outras certas, apenas lógicas.
Muitas com motivações próprias, pessoais.
Algumas corretas, outras totalmente erradas, precipitadas.
Apesar de saber que sou tudo e não sou nada,
Sei que sem mim o tudo é nada!
Sou o anoitecer e o amanhecer!
Sou Fênix, renasço das cinzas!
Sei quando tenho que morrer, porque sei quando irei renascer!
Mudo protagonista, jamais serei intérprete, mas serei história.
Troco de cenário, mas não de roteiro.
Sou música, ecôo balanço, reverbero!
Sou fogo, queimo, destruo, incinero!
Sou água, afogo, invado, inundo!
Sou bondade e sou maldade, prazer e dor,
Felicidade e infelicidade, desejo e repulsa,
Alegria e tristeza, força e fraqueza, coerência e incoerência.
Sou paradoxo, não tenho preço, sou caro e barato,
Algo indefinido, indefinível, indescritível, imensurável, único.
Sou platônico ou total!
Sou tempo, sem medida, sem marcações
Sou infinito, eterno, indecifrável, imensurável!
Sou absoluto e abstrato, sou droga que cura e mata,
Sou vício, sou vida, sou morte!
Sou clima, proporcional à minha fase!
Sou vento, arrasto, carrego!
Sou furacão, destruo, devasto, arraso!
Mas também sou tijolo, massa, concreto, recomeço e reconstruo!
Sou cada estação do ano, no apogeu e na glória!
Sou teu problema e tua solução!
Sou teu veneno e teu antídoto!
Sou tua memória e teu esquecimento!
Sou teu reino e teu altar!
Sou teu trono, às vezes prisão!
Sou teu abandono e tua liberdade!
Sou tua luz e tua escuridão, teu desejo de ambas.
Velo pelo teu sono, mas também o roubo e te acordo como pesadelo!
Sou tua tranqüilidade e teu desespero!
Eu poderia continuar me descrevendo.
Contudo, creio, já tens uma idéia de quem sou.
Muito prazer! Tenho vários nomes,
Pensaste que eu fosse Deus todo poderoso?
Não, não sou! Sou, apenas, uma partícula que Dele emana,
Eu sou o amor, antes paixão,
Sou a própria paixão que, em ti, ainda vive.
Eu sou o amor da tua vida, sou o teu tesão!
MEU MACHO ADORADO
Meu macho adorado...
(by jan)
Ele surgiu na minha vida,
Quase ao apagar das luzes,
Louro, lindo, saudável,
O macho dos meus sonhos:
Educado, carinhoso, afável.
A família nada entendeu,
Como pode acontecer isso de repente,
Se até esse assunto ele sempre repeliu?
No princípio foi uma guerra!
O amor não tem explicação, acontece!
Seja com a fêmea ou com o macho mais viril.
Felizmente, confesso, eu amei esse macho lindo,
Amor da minha vida, meu amigo,
Fiel companheiro que dia e noite me ronda,
Como se fosse uma protetora sombra...
Pensaram que, nessa idade, eu virei viado?
Tomem vergonha nessas caras, seus descarados,
Nesses versos que eu faço emocionado
Eu falo é do Júnior, meu cãozinho muito amado!
(by jan)
Ele surgiu na minha vida,
Quase ao apagar das luzes,
Louro, lindo, saudável,
O macho dos meus sonhos:
Educado, carinhoso, afável.
A família nada entendeu,
Como pode acontecer isso de repente,
Se até esse assunto ele sempre repeliu?
No princípio foi uma guerra!
O amor não tem explicação, acontece!
Seja com a fêmea ou com o macho mais viril.
Felizmente, confesso, eu amei esse macho lindo,
Amor da minha vida, meu amigo,
Fiel companheiro que dia e noite me ronda,
Como se fosse uma protetora sombra...
Pensaram que, nessa idade, eu virei viado?
Tomem vergonha nessas caras, seus descarados,
Nesses versos que eu faço emocionado
Eu falo é do Júnior, meu cãozinho muito amado!
QUE DELÍCIA
Que delícia, disseste, ao meu ouvido!
Que delícia!
(by jan)
Foi assim que pronunciaste
O teu prazer, ao senti-lo tão intenso,
E ao demonstrar o quanto gostaste
Da minha ousada tríplice carícia.
Ao sussurrares aquele gemido,
Antes tão contido,
Como se fosse um delicado lamento,
Ao meu ouvido,
Realizaste um sonho meu, naquele momento,
O de possuir-te definitivamente
E fazer-te gozar, após longo tempo, intensamente.
Ao beijar tua flor
Que se abriu inteira para mim,
Ao vislumbrar aquela deusa,
No meio das tuas coxas,
Exibindo aquele lindo botão,
Eu voraz como um zangão,
Diante daquela maravilhosa visão,
Suguei-o, então, bebi do teu mel
E foi assim, acredita que me senti no céu!
Garota, quando vi todo o teu corpo arrepiar,
Como que atingida por uma centelha divina,
Ao morder e lamber o teu pescoço e ombros,
Permitiste-me descobrir que é assim
E só assim, que devemos nos amar,
Porque és clitórica, e a grande verdade
É que só essas privilegiadas criaturas,
Gozam como gozaste, com tamanha intensidade!
Tu sim é que és, toda, uma verdadeira delícia,
Da cabeça aos pés, libera-te, aproveita querida,
Sem pudores ou receios, entrega-te!
Nesse momento mágico da tua vida,
Deixa crescer, novamente,
Essa fantástica mulher
Que existe em ti, minha vida!
Amemo-nos de todas as formas e maneiras!
Permita-me testar, mais uma vez,
Todo o teu potencial,
Nos lençóis da nossa cama,
Penetrar todos os teus recantos,
Até aqueles, os mais recônditos,
Onde escondes, com certeza, bem guardado,
O manancial do teu contido prazer,
Soltar toda a tua emoção, definitivamente,
Amar-te, então, por toda a vida, intensamente.
És a mulher dos meus mais ternos sonhos,
Aquela que trago gravada no meu peito
E em meu, privilegiado, pensamento,
Onde permaneces aprisionada,
De todos e de tudo protegida,
Há tanto tempo escondida,
Da temida calúnia, preservada,
A maior inimiga do amor.
És a mais gostosa, a mais desejada,
A mais difícil a mais proibida
E, por isso mesmo, a mais amada!
Quero-te para sempre ao meu lado,
Cuidar de ti, da tua vida,
Zelar pelo teu nome, pela tua moral.
Dar-te o conforto que mereces,
Fazer-te vibrar, sobre e sob mim,
Para que todos te respeitem,
Porque és muito mais, és assim,
Essa delícia que um dia conheci
E que jamais esqueci!
Que delícia!
(by jan)
Foi assim que pronunciaste
O teu prazer, ao senti-lo tão intenso,
E ao demonstrar o quanto gostaste
Da minha ousada tríplice carícia.
Ao sussurrares aquele gemido,
Antes tão contido,
Como se fosse um delicado lamento,
Ao meu ouvido,
Realizaste um sonho meu, naquele momento,
O de possuir-te definitivamente
E fazer-te gozar, após longo tempo, intensamente.
Ao beijar tua flor
Que se abriu inteira para mim,
Ao vislumbrar aquela deusa,
No meio das tuas coxas,
Exibindo aquele lindo botão,
Eu voraz como um zangão,
Diante daquela maravilhosa visão,
Suguei-o, então, bebi do teu mel
E foi assim, acredita que me senti no céu!
Garota, quando vi todo o teu corpo arrepiar,
Como que atingida por uma centelha divina,
Ao morder e lamber o teu pescoço e ombros,
Permitiste-me descobrir que é assim
E só assim, que devemos nos amar,
Porque és clitórica, e a grande verdade
É que só essas privilegiadas criaturas,
Gozam como gozaste, com tamanha intensidade!
Tu sim é que és, toda, uma verdadeira delícia,
Da cabeça aos pés, libera-te, aproveita querida,
Sem pudores ou receios, entrega-te!
Nesse momento mágico da tua vida,
Deixa crescer, novamente,
Essa fantástica mulher
Que existe em ti, minha vida!
Amemo-nos de todas as formas e maneiras!
Permita-me testar, mais uma vez,
Todo o teu potencial,
Nos lençóis da nossa cama,
Penetrar todos os teus recantos,
Até aqueles, os mais recônditos,
Onde escondes, com certeza, bem guardado,
O manancial do teu contido prazer,
Soltar toda a tua emoção, definitivamente,
Amar-te, então, por toda a vida, intensamente.
És a mulher dos meus mais ternos sonhos,
Aquela que trago gravada no meu peito
E em meu, privilegiado, pensamento,
Onde permaneces aprisionada,
De todos e de tudo protegida,
Há tanto tempo escondida,
Da temida calúnia, preservada,
A maior inimiga do amor.
És a mais gostosa, a mais desejada,
A mais difícil a mais proibida
E, por isso mesmo, a mais amada!
Quero-te para sempre ao meu lado,
Cuidar de ti, da tua vida,
Zelar pelo teu nome, pela tua moral.
Dar-te o conforto que mereces,
Fazer-te vibrar, sobre e sob mim,
Para que todos te respeitem,
Porque és muito mais, és assim,
Essa delícia que um dia conheci
E que jamais esqueci!
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