Fui obrigado a responder desta maneira:
(by jan)
Provocado por um amigo, ou pseudo amigo, a explicar porque, na minha idade, escrevo poeminhas pornográficos, respondi-lhe:
Engana-se meu caro! O que escrevo, que vc "gentilmente" chamou de poeminha e que sinceramente agradeço, é a tradução verdadeira do que vivenciei em minhas viagens pelo mundo, quando oficial da Marinha Mercante, e de todo o tesão que senti, em alguns momentos da minha vida, por algumas mulheres com quem tive o privilégio de dividir minha cama e ainda o tenho, apesar da idade. Dou graças a Deus por ter nascido homem e sentir prazer em seduzir uma bela mulher. A sedução seja escrita ou falada é o melhor caminho para se chegar nelas e é a responsável pela primeira sensação gostosa que provoca toda a excitação que um verdadeiro homem necessita para iniciar o jogo do amor. A sedução é o início, a provocação do tesão mútuo. Felizmente, sei desde cedo, que um homem pode não sentir tesão por uma mulher e, no entanto, sentir por mil outras. Eis porque não necessito e nunca necessitei, até hoje, de qualquer droga do tipo VIAGRA, para possuir uma mulher, o tesão pelo seu corpo me basta. A mulher não precisa necessariamente ser bonita, basta ser gostosa, para excitar-me. Não sei se me faço entender, mas permita-me dizer, tenho a certeza que o que escrevo não é pornografia, ao contrário, tem o mais puro sentido erótico e, erotismo, é um sentimento universal dos mais puros, desde os primórdios da humanidade.
Para provar que a mulher não precisa ser bonita, para dar tesão num homem, basta ser gostosa, eu costumo relatar a lembrança que tenho de um vizinho que saía de casa, onde deixava sua mulher bonita, para transar com uma "corcundinha" que morava em nossa rua. Um certo dia indaguei-lhe: Amigo por que vc deixa a sua mulher para transar com a corcundinha aqui da nossa rua? Para minha surpresa de homem pouco vivido, ainda, naquela época, eu tinha só 20 anos de idade, ele me respondeu: "Vizinho vc não sabe a maravilha que aquela mulher é na cama, ao contrário da minha que é bonita e não é de nada!"
Essa declaração, feita à queima roupa, deixou-me pasmo e me fez o grande favor de me tornar mais observador e, ipso facto, transformou-me num adulto, mais rapidamente, mais feliz e sem frescuras. Por isso, talvez, eu seja o que sou, simples, sincero, um livro aberto! jan.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
ANÁLISE PERFEITA...
Análise perfeita
Impressionado com seu poder de sintetizar minha personalidade e generosidade ao analisá-la, como se fosse a melhor das psicólogas, pedi à uma amiga que me permitisse inserir, como prefácio, em meu livro, ainda não publicado, minha biografia romanceada, MOMENTOS DE UMA VIDA PLENA, seu comentário generoso, feito sobre a minha pessoa, que ela finalmente, após muita insistência minha e um enorme esforço de convencimento, resolveu aquiescer. Por isso meu sincero agradecimento. jan.
“Jan era mesmo assim, pleno em tudo que fazia. Nada ao meio, nada pela metade. Imensamente entregue ao prazer de estar vivo. O que ele sabia sobre si, sobre sua cidade, sobre seu tempo, havia experimentado pelo corpo com toda a alma. Nada de teorias, nada que pudesse ler em livros, ver em filmes, poderia significar mais do que aquilo que havia aprisionado, em todos os seus sentidos, ao longo dos anos. Vivia intensamente cada noite insone, cada amor, cada paixão e agora repartia com Gal. Enquanto ele rememorava, ela o ouvia.
Ele não era um homem que copiasse a vida dos outros nas óbvias urdiduras dos dias, dos meses, dos anos. Ficava incomodado com a rotina. Era de estar sempre fazendo alguma coisa nova. Nada que fosse repetição, porque era inquieto e os dias tinham que ser desiguais. Odiava rotina. Podia muito bem estar, a um tempo qualquer, em qualquer parte do mundo, que estaria bem, acompanhado de sua memória e bons pensamentos, porque os ruins ele afastava. Evitava pensar na família, aliás, nem devia mesmo, porque era, fatalmente, certeza de sofrer, o que ele evitava. Enquanto viajava não queria pensar em ninguém; era inevitável ter que distanciar-se de tudo e de todos. Do outro lado do mundo nada podia fazer, então, que de nada soubesse. Não queria saber quem morreu, quem nasceu. Estava longe. Em cada porto que desembarcasse tratava de se divertir. Esta era uma forma de sobreviver à solidão e à saudade. Em suas viagens, à Itália, podia reconhecer nitidamente os canais de Veneza, as ruelas de Trieste, as tabernas de Gênova. Podia bem perder-se nestas cidades, pois identificava os caminhos que seu coração havia percorrido nos livros ou nas telas com os filmes de Vittorio de Sica, de Fellini, muito antes de embarcar na Marinha Mercante e sentia-se feliz. Sempre fora um cinéfilo apaixonado e guardava cada impressão refletida nas telas dos cinemas de S. Cristóvão e da Cinelândia. E daí sua desenvoltura cada vez que chegava a Itália. Ah! La Dolce Vita, a via Veneto, as ruas romanas dos nightclubs, dos cafés do sidewalk e da parada da noite. Respirava ares que bem conhecia ao andar como o jornalista Marcelo, de Mastroiani, em busca da mulher ideal e por isso perseguia todas. Conquistava, deixava-as apaixonadas, amava, quebrava o coração de algumas e depois partia. Circulava muito bem em Portugal, onde se originara sua família, os Corrêa, e, na cidade do Porto, ou em qualquer outra parte desse país, sentia-se em casa, sozinho ou com algum amigo, onde pudesse derreter-se em canecas de vinho envelhecido em pipas de madeira nas caves situadas na zona ribeir... "inha. Ouviria por horas seguidas o fado, quando podia apreciar a expressão da alma coletiva, extrato da alma de cada um. Sabia apreciar música de qualidade, ainda mais quando ela pudesse despertar-lhe lembranças. Ficava enternecido olhando, deixando tudo acontecer ou provocava um acontecimento, talvez para marcar sua presença, só mesmo para ter o que contar depois. Sempre fora um homem de deixar impressões fortes e definitivas."
Impressionado com seu poder de sintetizar minha personalidade e generosidade ao analisá-la, como se fosse a melhor das psicólogas, pedi à uma amiga que me permitisse inserir, como prefácio, em meu livro, ainda não publicado, minha biografia romanceada, MOMENTOS DE UMA VIDA PLENA, seu comentário generoso, feito sobre a minha pessoa, que ela finalmente, após muita insistência minha e um enorme esforço de convencimento, resolveu aquiescer. Por isso meu sincero agradecimento. jan.
“Jan era mesmo assim, pleno em tudo que fazia. Nada ao meio, nada pela metade. Imensamente entregue ao prazer de estar vivo. O que ele sabia sobre si, sobre sua cidade, sobre seu tempo, havia experimentado pelo corpo com toda a alma. Nada de teorias, nada que pudesse ler em livros, ver em filmes, poderia significar mais do que aquilo que havia aprisionado, em todos os seus sentidos, ao longo dos anos. Vivia intensamente cada noite insone, cada amor, cada paixão e agora repartia com Gal. Enquanto ele rememorava, ela o ouvia.
Ele não era um homem que copiasse a vida dos outros nas óbvias urdiduras dos dias, dos meses, dos anos. Ficava incomodado com a rotina. Era de estar sempre fazendo alguma coisa nova. Nada que fosse repetição, porque era inquieto e os dias tinham que ser desiguais. Odiava rotina. Podia muito bem estar, a um tempo qualquer, em qualquer parte do mundo, que estaria bem, acompanhado de sua memória e bons pensamentos, porque os ruins ele afastava. Evitava pensar na família, aliás, nem devia mesmo, porque era, fatalmente, certeza de sofrer, o que ele evitava. Enquanto viajava não queria pensar em ninguém; era inevitável ter que distanciar-se de tudo e de todos. Do outro lado do mundo nada podia fazer, então, que de nada soubesse. Não queria saber quem morreu, quem nasceu. Estava longe. Em cada porto que desembarcasse tratava de se divertir. Esta era uma forma de sobreviver à solidão e à saudade. Em suas viagens, à Itália, podia reconhecer nitidamente os canais de Veneza, as ruelas de Trieste, as tabernas de Gênova. Podia bem perder-se nestas cidades, pois identificava os caminhos que seu coração havia percorrido nos livros ou nas telas com os filmes de Vittorio de Sica, de Fellini, muito antes de embarcar na Marinha Mercante e sentia-se feliz. Sempre fora um cinéfilo apaixonado e guardava cada impressão refletida nas telas dos cinemas de S. Cristóvão e da Cinelândia. E daí sua desenvoltura cada vez que chegava a Itália. Ah! La Dolce Vita, a via Veneto, as ruas romanas dos nightclubs, dos cafés do sidewalk e da parada da noite. Respirava ares que bem conhecia ao andar como o jornalista Marcelo, de Mastroiani, em busca da mulher ideal e por isso perseguia todas. Conquistava, deixava-as apaixonadas, amava, quebrava o coração de algumas e depois partia. Circulava muito bem em Portugal, onde se originara sua família, os Corrêa, e, na cidade do Porto, ou em qualquer outra parte desse país, sentia-se em casa, sozinho ou com algum amigo, onde pudesse derreter-se em canecas de vinho envelhecido em pipas de madeira nas caves situadas na zona ribeir... "inha. Ouviria por horas seguidas o fado, quando podia apreciar a expressão da alma coletiva, extrato da alma de cada um. Sabia apreciar música de qualidade, ainda mais quando ela pudesse despertar-lhe lembranças. Ficava enternecido olhando, deixando tudo acontecer ou provocava um acontecimento, talvez para marcar sua presença, só mesmo para ter o que contar depois. Sempre fora um homem de deixar impressões fortes e definitivas."
MURMÚRIOS DE AMOR
Murmúrios de amor.
(by jan)
Trouxe-te amor.
O que me pediste:
O frescor da brisa;
O clarão do luar;
A beleza do céu;
O brilho das estrelas;
A força do vento;
A grandeza do mar.
Só não trouxe
Um pouco da inocência
Das minhas lembranças,
Porque não as permitiste,
Disseste não querer conhecê-las.
Dizes, sempre, nada querer saber,
De meus ex amores
E até me proíbes que deles te fale,
Principalmente, de suas “flores”
Apesar (que tolice!) de eu não concordar...
“Flor”, “catedral”, “altar”,
É assim que delas falo
E delas te queixas,
Sem saberes que são todos codinomes,
Da mesma coisa, sempre,
Da parte mais linda
Que me deram os ex-amores
E, novamente, ainda vais me dar!
Eu te quero toda
E do teu corpo eu quero tudo.
Também quero a tua alma,
Teus carinhos, teus beijos,
Penetrar teu corpo inteiro,
Nele fazer morada
E em troca dar-te,
Meu amor, meu coração,
Levá-los em minha boca,
Num beijo excitado,
Para com toda a minha paixão,
Penetrar em teu altar,
Naquela fenda quente,
Que se abrirá para mim
Como uma bela flor
E nela te amar intensamente,
Gozar em tua excitante catedral...
(by jan)
Trouxe-te amor.
O que me pediste:
O frescor da brisa;
O clarão do luar;
A beleza do céu;
O brilho das estrelas;
A força do vento;
A grandeza do mar.
Só não trouxe
Um pouco da inocência
Das minhas lembranças,
Porque não as permitiste,
Disseste não querer conhecê-las.
Dizes, sempre, nada querer saber,
De meus ex amores
E até me proíbes que deles te fale,
Principalmente, de suas “flores”
Apesar (que tolice!) de eu não concordar...
“Flor”, “catedral”, “altar”,
É assim que delas falo
E delas te queixas,
Sem saberes que são todos codinomes,
Da mesma coisa, sempre,
Da parte mais linda
Que me deram os ex-amores
E, novamente, ainda vais me dar!
Eu te quero toda
E do teu corpo eu quero tudo.
Também quero a tua alma,
Teus carinhos, teus beijos,
Penetrar teu corpo inteiro,
Nele fazer morada
E em troca dar-te,
Meu amor, meu coração,
Levá-los em minha boca,
Num beijo excitado,
Para com toda a minha paixão,
Penetrar em teu altar,
Naquela fenda quente,
Que se abrirá para mim
Como uma bela flor
E nela te amar intensamente,
Gozar em tua excitante catedral...
VOLTO DESPIDO DE TUDO...
Volto despido de tudo!
(by jan)
Quando for novamente,
ao teu encontro,
irei sozinho, despido de tudo,
dos tabus e até das dores,
sem preconceitos e nem pudores...
Nessa, nossa, nova caminhada,
deixarei para trás,
o cheiro das flores,
que me deram os ex amores,
as pseudo amadas...
Só assim, poderei voltar a ser teu,
como me desejas, voraz!
Contudo, meu amor,
levo comigo a certeza,
que serei por ti muito amado,
quando me despertares,
nas madrugadas,
chamando-me pelo nome ("jan"!)
sempre que me desejares...
Quando isso acontecer de novo, juro:
Viverei só para o teu amor,
com muito carinho
e bastante humor,
para que jamais,
voltes a sentir dor!
(by jan)
Quando for novamente,
ao teu encontro,
irei sozinho, despido de tudo,
dos tabus e até das dores,
sem preconceitos e nem pudores...
Nessa, nossa, nova caminhada,
deixarei para trás,
o cheiro das flores,
que me deram os ex amores,
as pseudo amadas...
Só assim, poderei voltar a ser teu,
como me desejas, voraz!
Contudo, meu amor,
levo comigo a certeza,
que serei por ti muito amado,
quando me despertares,
nas madrugadas,
chamando-me pelo nome ("jan"!)
sempre que me desejares...
Quando isso acontecer de novo, juro:
Viverei só para o teu amor,
com muito carinho
e bastante humor,
para que jamais,
voltes a sentir dor!
UM RECADO PARA ALGUÉM...
UM RECADO PARA ALGUÉM...
(by jan)
Depois que alguém declara a outro: "só agora entendo que o ódio se transforma em amor", será sábia a sua decisão de dele se afastar, definitivamente, exatamente quando descobre esse milagre depois de tantos anos?
Respondo: Não sei! A única coisa que posso comentar é que a pessoa que assim friamente age, ao se preocupar de não ferir susceptibilidades de terceiros ou não permitir que pessoas sofram, com suas decisões, pode ter perdido a grande, e talvez única, oportunidade da sua vida de conviver, mesmo que fosse como amiga, com aquele que ela, através de metáfora, declarou ainda amar. Com certeza, perdeu a chance, que tanto almejava, de ter um verdadeiro amigo!
Sabemos todos que "a gasolina perto do fogo incendeia". Entretanto, se temos idade e experiência de vida, podemos evitar isso impedindo uma decisão traumática, como a que foi precipitadamente tomada, de forma que ninguém envolvido sofresse.
Por que evitar uma amizade sincera?
Os verdadeiros filhos do Senhor sabem que Ele é fiel e em Sua infinita bondade perdoa a todos que sinceramente se arrependem e consente que se reaproximem. Porque não confiar Nele e impedir essa injustiça com ambos e estancar essa sangria. O amor sangra quando é rechaçado injustamente Quando é obrigado a ser enterrado no peito, de forma abrupta, violentamente, ele é ferido de morte. Por que compulsoriamente matar o que vc acordou.
Assuma! Na vida, para podermos ter a certeza que somos verdadeiros adultos, sem culpas, precisamos assumir riscos. Talvez essa atitude seja curativa para males de saúde que nos fustigam sem uma explicação. Pense nisso!
Nunca é tarde para se corrigir um erro, principalmente quando sabemos que há arrependimentos. Boa sorte!
(by jan)
Depois que alguém declara a outro: "só agora entendo que o ódio se transforma em amor", será sábia a sua decisão de dele se afastar, definitivamente, exatamente quando descobre esse milagre depois de tantos anos?
Respondo: Não sei! A única coisa que posso comentar é que a pessoa que assim friamente age, ao se preocupar de não ferir susceptibilidades de terceiros ou não permitir que pessoas sofram, com suas decisões, pode ter perdido a grande, e talvez única, oportunidade da sua vida de conviver, mesmo que fosse como amiga, com aquele que ela, através de metáfora, declarou ainda amar. Com certeza, perdeu a chance, que tanto almejava, de ter um verdadeiro amigo!
Sabemos todos que "a gasolina perto do fogo incendeia". Entretanto, se temos idade e experiência de vida, podemos evitar isso impedindo uma decisão traumática, como a que foi precipitadamente tomada, de forma que ninguém envolvido sofresse.
Por que evitar uma amizade sincera?
Os verdadeiros filhos do Senhor sabem que Ele é fiel e em Sua infinita bondade perdoa a todos que sinceramente se arrependem e consente que se reaproximem. Porque não confiar Nele e impedir essa injustiça com ambos e estancar essa sangria. O amor sangra quando é rechaçado injustamente Quando é obrigado a ser enterrado no peito, de forma abrupta, violentamente, ele é ferido de morte. Por que compulsoriamente matar o que vc acordou.
Assuma! Na vida, para podermos ter a certeza que somos verdadeiros adultos, sem culpas, precisamos assumir riscos. Talvez essa atitude seja curativa para males de saúde que nos fustigam sem uma explicação. Pense nisso!
Nunca é tarde para se corrigir um erro, principalmente quando sabemos que há arrependimentos. Boa sorte!
GOZA QUERIDA!
Goza!
(by jan)
Goza!
Goza muito,
Muito mais querida!
Não, não para, por favor!
Encurta essa distância,
Que insiste em nos separar.
Masturba-te por nós, por enquanto.
E nesse delírio solitário,
Faze de mim tua inspiração,
Grita meu nome nessa hora.
Enquanto nosso dia,
De nos amar ao vivo, não chegar.
Portanto, goza, goza muito,
Muito mais compulsiva, agora!
Gozaste meu amor?
Agora relaxa, deita e dorme,
Dorme em meus braços, exausta,
Sem querer mais acordar!
Mas se, por acaso, isso acontecer,
Descansada, recomeça a te tocar,
Lentamente, bem devagar,
Provoca-te de novo, assim, gostosa!
Faze-a pulsar, voltar a fremir, delirar
Pensa só em mim!
Vem,
Vem querida,
Vem, comigo, gozar de novo!
Fecha os teus olhinhos
E busca-me, nessa hora,
Procura-me em tua mente,
Sente-me no teu prazer,
Pensa no que eu poderia te dar,
Se ao teu lado eu estivesse,
Encontra-me na tua solidão,
Busca-me nas tuas carícias.
Imagina que isso está acontecendo,
Beija o meu corpo todo, ama-me,
Delira como se estivesses em meus braços,
Não te sintas mais sozinha
Sente como se ao meu lado estivesses,
Cavalga-me, neste sonho bom
E cria em mim o teu ninho de amor!
Mais uma vez, gozemos juntos!
Engole o teu gozo,
Põe-no todo em tua boca,
Com os dedos que te tocaste
Aspira essa seiva que saiu de ti,
Como se de nossas almas, houvesse brotado!
Retira-a do interior da tua fenda
Como se a retirasses de mim
E, só pra mim,
Goza muito, muito, muito mais
Chama-me nessa hora!
Grita o meu nome: Jan e desfalece
(by jan)
Goza!
Goza muito,
Muito mais querida!
Não, não para, por favor!
Encurta essa distância,
Que insiste em nos separar.
Masturba-te por nós, por enquanto.
E nesse delírio solitário,
Faze de mim tua inspiração,
Grita meu nome nessa hora.
Enquanto nosso dia,
De nos amar ao vivo, não chegar.
Portanto, goza, goza muito,
Muito mais compulsiva, agora!
Gozaste meu amor?
Agora relaxa, deita e dorme,
Dorme em meus braços, exausta,
Sem querer mais acordar!
Mas se, por acaso, isso acontecer,
Descansada, recomeça a te tocar,
Lentamente, bem devagar,
Provoca-te de novo, assim, gostosa!
Faze-a pulsar, voltar a fremir, delirar
Pensa só em mim!
Vem,
Vem querida,
Vem, comigo, gozar de novo!
Fecha os teus olhinhos
E busca-me, nessa hora,
Procura-me em tua mente,
Sente-me no teu prazer,
Pensa no que eu poderia te dar,
Se ao teu lado eu estivesse,
Encontra-me na tua solidão,
Busca-me nas tuas carícias.
Imagina que isso está acontecendo,
Beija o meu corpo todo, ama-me,
Delira como se estivesses em meus braços,
Não te sintas mais sozinha
Sente como se ao meu lado estivesses,
Cavalga-me, neste sonho bom
E cria em mim o teu ninho de amor!
Mais uma vez, gozemos juntos!
Engole o teu gozo,
Põe-no todo em tua boca,
Com os dedos que te tocaste
Aspira essa seiva que saiu de ti,
Como se de nossas almas, houvesse brotado!
Retira-a do interior da tua fenda
Como se a retirasses de mim
E, só pra mim,
Goza muito, muito, muito mais
Chama-me nessa hora!
Grita o meu nome: Jan e desfalece
QUE MALDIÇÃO É ESTA?
Que maldição é esta?
(by jan)
Quando a inspiração desaparece.
Desta minha mente de pseudo poeta
Eu me pergunto, assustado:
Onde será seu metido a esteta,
Que teus poemas se escondem,
Quando teus sonhos desaparecem?
Que maldição é esta?
Os leigos dizem que os poetas
E os amantes, são como as marés:
Na maré cheia, as ondas
Enchem-nos de ilusão.
Na vazante,
Como que absortos na alvura de suas espumas,
E na palidez das nuvens do céu,
Mesmo sem desejarem,
Deixam em branco, suas folhas de papel,
O silêncio os entristece,
Deixa-os sem inspiração
E aí eles somem, fogem, escondem-se
Para, num dia qualquer, voltarem,
Nas asas da fantasia, mais inspirados
E novamente viajarem,
Desenharem belas poesias
Voltarem a amar
E quem sabe, até, serem amados!
(by jan)
Quando a inspiração desaparece.
Desta minha mente de pseudo poeta
Eu me pergunto, assustado:
Onde será seu metido a esteta,
Que teus poemas se escondem,
Quando teus sonhos desaparecem?
Que maldição é esta?
Os leigos dizem que os poetas
E os amantes, são como as marés:
Na maré cheia, as ondas
Enchem-nos de ilusão.
Na vazante,
Como que absortos na alvura de suas espumas,
E na palidez das nuvens do céu,
Mesmo sem desejarem,
Deixam em branco, suas folhas de papel,
O silêncio os entristece,
Deixa-os sem inspiração
E aí eles somem, fogem, escondem-se
Para, num dia qualquer, voltarem,
Nas asas da fantasia, mais inspirados
E novamente viajarem,
Desenharem belas poesias
Voltarem a amar
E quem sabe, até, serem amados!
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